What’s up?

Or as the O’Pumpkin would say: sup. What is new? What are the news? What is going on? What on earth will lift the misery of boredom?

I do not know, and I do not have a clue as to what will ever alleviate boredom for the animal that we call the humans. I am however fascinated by the subject of boredom and why it is that we judge our inner state as one of being bored. I am not prone to boredom, but I am allergic to it. That is, contrary to what my ego would like to believe, I too am human. I have been away. I have been reading. I have been writing. There is nothing new. Not really.

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Mechanics of Denial: Emotion and Logic

A while back I wrote under the very same title, here. The subject still fascinates me, it is time to return, and surrender. The year is winding down to an end; I have been recharging the batteries and rewinding the clocks. Looking back, looking forward, talking to family and friends, making plans; the usual. I have laughed, I have felt joy, and I have felt sadness. I do not give a hoot about happiness, never did. I am tired of old broken records of drama; we need new productions for the old scripts, we need new scripts. My life exists between the pages of books. Period.

What events of the past year have marked my life? Let’s pass review on this past year.

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Faltas-me

Segunda-feira de Páscoa! Mas o que é que me acontece? Foi ontem que disse a alguém que estou um bocado farta do mundo em que tenho vivido nos últimos vinte anos. De verdade estou farta, muito farta deste mundo. O meu mundo tem a tendência a ser muito virtual, e a realidade nunca me interessou suficientemente para prestar qualquer atenção a que isso constitui. Mas qual é este mundo dos últimos vinte anos?

Portanto esta manhã acordei um bocado sobressaltada. Sonhei. Acordei lembrando-me desse sonho, um sonho como outros que tenho tido e que têm mudado a minha vida. Ultimamente tenho andado um bocado atarefada, e dormir tem sido suficiente para repousar os ossos, mas o luxo de me lembrar do que sonhei, parecia ter desaparecido. Hoje é um dia de luxo, e lembrei-me. Lembrei-me que tinha posto o meu braço sobre os seus ombros e disse-lhe que apesar de tudo, havia algo que não teríamos de cumprir. Esse algo é algo que me tem perseguido nos meus pesadelos, é o algo do drama que me seduzia. Essa sedução tem sido uma maldita sedução! Mas desde quando é que sedução não é maldita?

Ele, o qual do sonho, descontraído e sem a mínima confusão, afirma que esse algo é tal que não temos de cumprir. Que alívio!

Volto à maldita. Quero dizer, volto à procura do sentido dessa palavra tão picante e nada fofa. Foi isso porque não foi bem dita? Seja essa uma questão de pronuncia? Qualquer que seja a sua justificação, que alívio!

Faltas-me. Sim, faltas-me. Tu.